História do Vinho
A história do vinho está intimamente ligada à História do homem. Há indícios de que a bebida tenha mais de 7.000 anos, tendo sua origem mais provável no Oriente Médio, na região compreendida entre os mares de Cáspio, ao sul do Cáucaso.
Muitos impérios cultuaram o vinho, como os egípcios, os gregos e romanos, difusores da bebida através da Europa. A bíblia Cristã está repleta de passagens sobre o  vinho. Segundo o Velho Testamento, Noé foi o primeiro homem que platou a vinha.
Segundo as Escrituras sagradas, Cristo, durante a Santa Ceia, simbolizou seu sangue no vinho. Dessa forma, os Cristãos vêem o vinho também como elemento ritualístico para cerimônias religiosas, sendo também identificado
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como um elixir e remédio para a cura de diversos males.
Somente no século XIX, com a descoberta de Louis Pasteur sobre a fermentação, pôde-se entender de forma científica o processo de elaboração do vinho, e surge então a enologia científica, baseada em conhecimentos adquiridos sobre as origens e os mecanismos deste processo.
A difusão da bebida intensificou-se no século XX, com a etilização de modernos equipamentos e novas tecnologias, permitindo que se produzam vinho em todos o continentes.
Vinho e saúde
Descobertas recentes apontam o vinho como um aliado no combate a diversos tipos de doenças. Através do consumo moderado e regular. Segundo a OMS, recomendam-se como dose saudável, dois cálices de vinho/dia. Assim sendo podemos citar:
Amento do HDL (o bom colesterol);
Redução do LDL (o colesterol ruim);
Diminuição do risco de infarto;
Atua como auxiliar digestivo;
Complemento alimentar, pela presença de sais minerais;
Etc.
Finalmente cabe ressaltar que o vinho age ainda como diurético, vaso dilatador periférico, além de atuar como antidepressivo, disinibidor, relaxante e grande evocador do otimismo.
O consumo regular de vinho está ligado à longevidade e a boa qualidade de vida.
Conservação
O vinho deve ser visto como um ser vivo: ele nasce, evolui e morre. As substancias que o compõem podem se degradar naturalmente com o tempo ou mesmo em condições inadequadas. È uma bebida muito delicada, pois é extraído da natureza.
Cuidados com a conservação
 
Oxigênio
O oxigênio é o inimigo nº 1 do vinho. Na sua presença, acelera-se todos o processos de degradação ( oxidação e avinagramento). O ideal é manter a garrafa na posição horizontal, para que o vinho fique em contato com a rolha, evitando que esta resseque e permita a entrada do ar.
Temperatura
Deve ser o mais constate possível, não sofrendo mudanças bruscas de temperatura, sendo ideal em torno de 14 a 18 graus.
 
Umidade controlada.
A umidade ideal é de 75%. Muita umidade pode causar o aparecimento de mofo no rotulo e na rolha. Pouca umidade pode secar a rolha, aumentando o contato com o ar, o que poderia estragar o vinho.
Luz
A luminosidade e acelera o processo de degradação, sendo o ideal mantê-lo no escuro.
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